Lá estava eu, na festa da psicina na casa da Fabiana, a menina que o Ricardo estava afim.
Eu estava petrificado. Era a primeira vez que via tantas meninas de bi-qui-nis e maios. Mas aquela que me deixou totalmente ligado, obvio, era a Anna.
Nunca pensei que ela poderia ficar mais linda, mas descobri que nem só seu rosto é lindo. Ela vestia um bi-qui-ni suavemente rosa bebe, com listras rosa choque. E ainda uma tiara com laçinho no cabelo. Nunca a vi tão linda, e nunca senti tanta vontade de uzar aquela camisinha no meu bolso.
Ao longo da festa, eu e Anna nos divertimos muito, dançando, pulando na psicina. Mas num momento pequeno, eu disse a ela:
-Vamos para algum quarto, dentro da casa?
Ela me olhou assustada, mas depois sorriu e disse:
-Então vai ser hoje... "o dia".
Ela não disse mais nada. Também, eu não deixei. A frase dela me fez enlouquecer de cima pra baixo, e depois que ela parou de falar, a abracei e dei o nosso mais longo beijo até agora.
Anna falou com a aniversariante, e Fabiana sorrindo, disse:
-O quarto de hospedes, segundo andar, ultima porta a direita do corredor.
Subimos e paramos na frente da porta do quarto. Anna disse:
-Estou... com um pouco de medo.
-Eu também. -eu disse.-Também é minha primeira vez.
-Mas você é homem. Eu sou mulher, doi mais em mim. Estou com medo de sangrar e manchar a roupa de cama; e se eu não conseguir? Talvez você fique bravo, Manu...-eu a interrompi com um abraço por tras dela.
-Prometo que não fico bravo... Eu vou esperar até o fim do mundo... Para que você esteja pronta.
Ela gemeu. Isso foi o suficiente para que eu a carregasse pelos braços, abrisse a porta e a deitasse na cama.
O resto do tempo pareceu passar em camera lenta. Quando voltei do banheiro (para colocar a camisinha), ela já estava nua, me esperando.
Meu corpo estava completamente arrepiado. Cada beijo que eu dava no corpo dela, cada gemida da Anna, cada vez que ela dizia meu nome... Tudo me enlouquecia.
Mas foi naquela hora, no momento, no instante em que eu me senti dentro do corpo dela, foi a melhor parte. Ela soltou lagrimas de dor, mas eu beijei tanto o seu rosto que já haviam se secado. Depois, ela disse a palavra "contiue". Nesse momento eu a dominei de vez, e ela a mim.
Sinto até... Que nos tornamos um só.
Depois, relaxamos um pouco, e logo Anna dormiu. Quando fui no banheiro, percebi um grande problema...
... A camisinha estava furada.









